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        O sensor de contato KEYENCE previne defeitos em peças automotivas

        HISTÓRICO:

        Um fornecedor automotivo do segundo nível opera com necessidades de freios para automóveis e utilitários leves. As peças típicas de um sistema de freios a disco hidráulicos incluem um intensificador de potência, um cilindro mestre, linhas de freio e pinças para aplicar pressão aos discos de freio para parar o veículo. O intensificador de potência é um componente que se destina a amplificar a energia mecânica aplicada pelo pedal de freio ao cilindro mestre. São necessárias centenas de libras-força no pistão do cilindro mestre para parar um veículo rapidamente, e um intensificador de potência possibilita que um motorista faça isso com pouco esforço.

        O intensificador examinado neste estudo é composto por duas metades e utiliza um “diafragma” para vedar as duas metades. Trata-se basicamente de uma gaxeta de borracha que reveste as duas metades quando essas são unidas durante a montagem. O diafragma mantém uma vedação à prova de ar entre as duas metades e permite alguma flexibilidade do intensificador sob carga.

        O PROBLEMA:

        Durante a montagem, se o diafragma não for assentado no local correto, as duas metades não vedarão corretamente, criando um produto com defeito. Uma metade com um diâmetro menor é encaixada no interior de uma maior, com a gaxeta atuando como um coxim entre elas. Durante o assentamento, por vezes um diafragma pode ser “espremido” durante o processo, provocando rasgos e/ou não permitindo a vedação estanque requerida pela peça.

        O sensoriamento do diafragma é difícil com métodos convencionais devido à mudança de cor da borracha e do revestimento de pó que frequentemente pode ocorrer. Há uma mudança perceptível de altura quando a gaxeta está presente, porém, uma vez que a borracha é flexível essa mudança pode variar entre 2 a 5 milímetros da base da unidade. O diafragma precisa ser sensoriado em vários locais para assegurar que está assentado em áreas críticas. O espaço e os locais de montagem são limitados.

        A SOLUÇÃO:

        Após consultar o cliente, a KEYENCE propôs uma solução de contato utilizando a cabeça sensora da Série GT-A10L. Essas cabeças oferecem o sensoriamento preciso necessário e ajudam a empurrar a borracha para uma posição que permita a repetição para que possa ser verificada com precisão. As cabeças acionadas a ar podem efetuar as verificações necessárias e se retrair para fora do caminho, tudo com uma programação e configuração mínimas. As cabeças sensoras da Série GT também são extremamente compactas e capazes de se encaixar nos espaços necessários requeridos.

        OS RESULTADOS:

        Quando um intensificador está presente, o ar é alimentado nas cabeças GT e essas se projetam para tocar o alvo. Utilizando o baixo estresse para assegurar um manuseio seguro do diafragma, a GT então transmite de forma discreta um sinal HI/LOW/GO (ALTO/PROSSEGUIR/BAIXO) a partir do seu amplificador. A configuração simples permitiu uma integração fácil nos equipamentos existentes e ofereceu a esse cliente a capacidade de proporcionar produtos de qualidade de forma confiável. A KEYENCE poupou o tempo e dinheiro desse fornecedor com uma solução de fácil configuração que por fim chega aos automóveis e caminhões conduzidos na atualidade.

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